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Sofá Branco

"Esta é sem dúvida a era das novas invenções para matar corpos e salvar almas, todas divulgadas com a melhor das intenções." - Byron

Sofá Branco

"Esta é sem dúvida a era das novas invenções para matar corpos e salvar almas, todas divulgadas com a melhor das intenções." - Byron

Clã - Lustro (2000)

lustro.jpg

   Já era altura de começar a levantar o figurativo chapéu a alguns dos meus artistas favoritos do campo musical. Vou começar com os Clã. Fazendo parte do meu pequeno grupo de "favoritos", por tal se entenda serem uma banda à qual mais tarde ou mais cedo os meus ouvidos retornam, têm uma sonoridade bastante agradável, o que, podendo não parecer muito, na verdade o é, visto que a maioria da música, nos dias de hoje, me soa a pouco mais que barulho.

  Passando a este álbum em si, que eu já ouvi milhentas vezes, é bastante completo, começando por músicas mais rockeiras e enérgicas, como Dançar na Corda Bamba, até às baladas, à calmaria de O Sopro do Coração.

  Enfim, começamos por pegar no álbum graças aos hits mais conhecidos, como os dois mencionados, mas garanto que se ouve uma segunda, terceira, quarta vez (e por aí fora) devido a GueixaCurioso Clã e até Sangue, a última música no álbum, a cereja no topo do bolo e possivelmente a minha favorita.

  O álbum pode ser, mais ou menos, dividido em duas partes, uma mais enérgica, a outra mais "lounge", indo a minha preferência para a segunda. Algumas pessoas certamente saberão que os Clã não têm guitarrista, apesar de, se os meus ouvidos não me enganam pois nunca pesquisei isso devidamente, haver guitarra em pequenas partes de algumas músicas. O que soa a guitarra é, na verdade e na maioria dos casos, o baixo piccolo de Hélder Gonçalvez (principal compositor da banda) que influencia grandemente a sonoridade "estranha" da banda. Sendo este senhor, como foi dito, o principal compositor da banda, recomendam-se todos os álbuns a quem, como eu, puser grande importância na chamada secção rítmica da música, diga-se, o verdadeiro drum and bass da coisa, que neste álbum é especialmente mais notório nas músicas mais lounge, como O Sorriso de Gioconda, em que a bateria é, voltando ao princípio da publicação, de se tirar o tal figurativo chapéu, visto eu, pelo menos por agora, não utilizar esse apetrecho de moda.

  E assim, aos trambolhões sem saber bem como, escrevi pela primeira vez sobre música no blog. Tendo-o feito bem ou mal a única coisa que espero é que alguém que leia diga "talvez vá ouvir isto". A banda merece-o.

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