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Sofá Branco

"Esta é sem dúvida a era das novas invenções para matar corpos e salvar almas, todas divulgadas com a melhor das intenções." - Byron

Sofá Branco

"Esta é sem dúvida a era das novas invenções para matar corpos e salvar almas, todas divulgadas com a melhor das intenções." - Byron

Fora do sofá e pela ecopista do Dão

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  Andámos, andámos, andámos. Ainda foram três, talvez quatro quilómetros e o pavimento esverdeado, molhado da chuva que volta e meia levemente se fazia sentir, parecia não ter fim. Algumas curvas abertas, ora à direita, ora à esquerda, mas o percurso seguia basicamente sempre em frente. Sem termos muito tempo e vendo que não se iria dar a lado nenhum, a contra gosto lá se voltou ao carro, sítio de partida onde de uma maneira ou outra teríamos de voltar.

 

  Estávamos nós a caminhar por uma tal de Ecopista do Dão. Nunca tendo ouvido falar do sítio, pensávamos tratar-se de algum percurso pedestre que desse a volta à pequena cidade de Tondela, mas não.

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  No caminho de volta cruzámos-nos com um grupo de cinco velhotas, todas agasalhadas e cada uma com seu gigante chapéu-de-chuva, que nos informaram que, tivéssemos seguido em frente, ainda seriam alguns quilómetros até encontrarmos uma pequena aldeia, segundo elas até bem bonita e cujo nome não me recordo. O final da Ecopista? Em Santa Comba Dão. O início? Em Viseu. Tínhamos muito que andar…

 

  Não sei que mentes ou em que espécie de projeto e/ou âmbito se decidiu fazer um percurso tão grande, quase 100km ida-e-volta, porque se tem de voltar sempre ao ponto de partida, mas o caminho é bem agradável e está razoavelmente bem cuidado. Menos bom é a vegetação estar queimada em toda a volta durante quilómetros, de incêndios de anos anteriores, quase de certeza do ano passado. Estava queimado onde nós andámos, espere que o resto da via esteja mais verde. Ainda assim só pelas paisagens e pelos avistamentos do rio Dão já deverá valer a pena. Se tiverem tempo livre e uma bicicleta – que a pé nunca mais se chega a lado nenhum, e para todos os efeitos parece-me estar mais pensado nas duas rodas que nos dois pés – fica a recomendação. Eu certamente lá voltarei para pedalar, não meia dúzia de quilómetros, mas a distância até ao fim. E de volta ao início.

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